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	<title>Planeta da Bolsa</title>
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	<description>Informações sobre Bolsa e mercados financeiros</description>
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		<title>As empresas mais endividadas do PSI 20</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Apr 2010 14:48:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pfernandes</dc:creator>
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O grau de endividamento das empresas tornou-se, este ano, num factor fundamental da análise dos investidores. Porquê? Porque refinanciar dívida tornou-se muito mais caro para as empresas, uma vez que o custo do próprio Estado ...]]></description>
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<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.planetadabolsa.com/wp-content/uploads/2010/04/lisboa.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-221" title="lisboa" src="http://www.planetadabolsa.com/wp-content/uploads/2010/04/lisboa.jpg" alt="" width="500" height="340" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O grau de <strong>endividamento </strong>das <strong>empresas </strong>tornou-se, este ano, num factor fundamental da <strong>análise dos investidores</strong>. Porquê? Porque refinanciar dívida tornou-se muito mais caro para as empresas, uma vez que o custo do próprio Estado obter financiamento nos mercados não pára de aumentar desde o início do ano. São as consequências dos défices recorde que os Estados europeus enfrentam e que se conjugam com um crescimento económico ainda anémico.</p>
<p>A melhor forma de analisar o endividamento das empresas é através do rácio ‘net debt to <strong>EBITDA</strong>’, ou seja, o rácio que analisa a dívida líquida de uma empresa com a sua capacidade em gerar receitas. A sua forma de análise é simples: por exemplo, um rácio de 3,45 significa que a empresa tem uma dívida 3,45 vezes superior às receitas anuais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>No PSI 20, a recém-chegada Inapa lidera o ranking das empresas mais endividadas. No extremo oposto surge a Jerónimo Martins.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O Planeta da Bolsa</strong> deixa-lhe aqui a lista completa, e actualizada a 16 de Abril, com o grau de endividamento das empresas nacionais. Os bancos não integram esta lista uma vez que este rácio não se aplica às instituições bancárias – as suas normas contabilísticas são diferentes e não faz sentido analisar a quantidade de dívida de um banco, já que esta faz parte do seu negócio.</p>
<ul>
<li><strong>Altri – 3.47</strong></li>
<li><strong>Galp – 1.62</strong></li>
<li><strong>Jerónimo Martins – 1.27</strong></li>
<li><strong>Portucel – 2.91</strong></li>
<li><strong>Semapa – 3.38</strong></li>
<li><strong>Sonae – 5.36</strong></li>
<li><strong>Sonae Indústria – 5.57</strong></li>
<li><strong>Portugal Telecom – 2.37</strong></li>
<li><strong>Inapa – 10</strong></li>
<li><strong>REN – 5.36</strong></li>
<li><strong>EDP – 4.26</strong></li>
<li><strong>Brisa – 7.26</strong></li>
<li><strong>ZON – 2.97</strong></li>
<li><strong>EDP Renováveis – 4.04</strong></li>
<li><strong>Cimpor – 2.80</strong></li>
<li><strong>Mota-Engil – 7.67</strong></li>
<li><strong>Sonaecom – 1.87</strong></li>
</ul>
<p>Foto | <a href="http://www.flickr.com/photos/22746515@N02/4472519677/">Bert K</a></p>
<p></p>

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		<title>Como cortar 1.415 euros nos custos de transacção em bolsa</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Apr 2010 09:30:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conceição Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise técnica]]></category>
		<category><![CDATA[Euronext Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Inventimentos]]></category>
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		<category><![CDATA[intermediário financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[investidor]]></category>

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Escolher o intermediário financeiro mais barato pode fazer toda a diferença no rendimento da sua carteira ao final do ano. Para um investidor activo – simulação feita para 60 ordens por ano no valor médio ...]]></description>
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<p><a href="http://www.planetadabolsa.com/wp-content/uploads/2010/04/zona-financeira-nova-york.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-206" title="zona-financeira-nova-york" src="http://www.planetadabolsa.com/wp-content/uploads/2010/04/zona-financeira-nova-york.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Escolher o <strong>intermediário financeiro</strong> mais barato pode fazer toda a diferença no rendimento da sua carteira ao final do ano. Para um investidor activo – simulação feita para 60 ordens por ano no valor médio de 100 euros cada, e apenas para a <strong>Euronext Lisbo</strong>a – a poupança pode chegar aos 1.415 euros.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com os dados disponibilizados pela Deco Proteste, para este perfil, <strong>o intermediário financeiro mais barato é o BPI</strong>, desde que as ordens sejam dadas pela internet. Neste caso o seu custo anual com ordens de bolsa será de 177,7 euros. Um valor quase 10 vezes inferior ao cobrado pelo Santander Totta, ao balcão, onde os custos atingem os 1.593 euros anuais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Os cinco mais baratos</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Banco BPI- Internet: 177,7 euros</li>
<li>GoBulling- Internet: 181,8 euros</li>
<li>Banco BPI- Balcão ou telefone: 193,3 euros</li>
<li>Finibanco- Internet: 251,22 euros</li>
<li>Orey iTrade- Internet: 300 euros</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Os cinco mais caros</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Santander Totta- Balcão: 1.593,40 euros</li>
<li>DIF- Internet: 1.203 euros</li>
<li>Golden Broker- Internet: 938,40 euros</li>
<li>Fincor- Balcão: 904,53 euros</li>
<li>Millennium BCP- Balcão: 876,58 euros</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">E, caso não tenha um perfil tão activo como <strong>investidor</strong>, a verdade é que a lista das instituições não sofre grandes alterações. O Planeta da <strong><a title="Bolsa" href="http://www.planetadabolsa.com">Bolsa </a></strong>realizou uma segunda simulação: para 20 ordens de bolsa anuais, no valor médio de 500 euros cada. Neste caso, a diferença entre o intermediário mais caro e o mais barato é de 480 euros por ano.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Os cinco mais baratos</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>GoBulling- Internet: 81,80 euros</li>
<li>Finibanco- Internet: 93,37 euros</li>
<li>Orey iTrade- Internet: 100 euros</li>
<li>Banco BPI- Internet: 104,90 euros</li>
<li>Finibanco- Balcão: 118,37 euros</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Os cinco mais caros</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Santander Totta- Balcão: 562,36 euros</li>
<li>DIF- Internet: 403 euros</li>
<li>Millennium BCP- Balcão ou telefone: 326,56 euros</li>
<li>Fincor- Balcão: 326,13 euros</li>
<li style="text-align: justify;">Golden Broker- Internet: 314,40 euros</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><br />
Foto | <a href="http://www.flickr.com/photos/http2007/2204338238/">http2007</a></p>

]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>10 fundos que estão a dar mais de 100%</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Apr 2010 09:19:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conceição Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Produtos Financeiros]]></category>
		<category><![CDATA[fundo de investimento]]></category>
		<category><![CDATA[fundos]]></category>
		<category><![CDATA[JP Morgan]]></category>
		<category><![CDATA[mercados accionistas]]></category>
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		<category><![CDATA[mercados emergentes]]></category>

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Sem surpresa os 10 fundos que mais rendem no último ano investem em mercados emergentes. Uma performance expectável já que estas bolsas lideram igualmente os ganhos em 2010.
A única excepção à regra pertence à JP ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://www.planetadabolsa.com/wp-content/uploads/2010/04/fundos_investimento.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-200" title="fundos_investimento" src="http://www.planetadabolsa.com/wp-content/uploads/2010/04/fundos_investimento.jpg" alt="" width="384" height="170" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Sem surpresa os 10 <strong>fundos </strong>que mais rendem no último ano investem em <strong>mercados emergentes</strong>. Uma performance expectável já que estas bolsas lideram igualmente os ganhos em 2010.</p>
<p style="text-align: justify;">A única excepção à regra pertence à<strong> JP Morgan</strong>, com o seu fundo JPM US Strategic Growth. Este produto investe somente em empresas norte-americanas com um forte perfil de crescimento e rende 123% nos últimos 12 meses.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A partir daqui é um desfile de mercados emergentes: Indonésia, Rússia, Turquia e Índia lideram este Top 10.</strong></p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Fortis      L Equity Indonesia – 148,7%</li>
<li>Pictet      Funds Russian Equities – 135,3%</li>
<li>JP      Morgan Russia – 129,3%</li>
<li>Fidelity      Funds Indonesia – 126,9%</li>
<li>HSBC      GIF Turkey Equity – 126,8%</li>
<li>JP Morgan US Strategic Growth –      123%</li>
<li>Pictet Funds Eastern       Europe – 121,2%</li>
<li>JP Morgan Emerging Markets      Small Cap – 118,6%</li>
<li>HSBC GIF Indian Equity – 116,8%</li>
<li>JP Morgan Eastern Europe Equity      – 112,8%</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;"></p>
<p style="text-align: justify;">Mas atenção: uma das mais elementares regras de mercado é que ganhos passados não são sinónimo de ganhos futuros. Estas performances são em grande parte justificadas pelo ‘rally’ que os <strong>mercados bolsistas </strong>viveram em 2009.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao escolher um <strong>fundo de investimento</strong> – além de aconselhar-se junto do seu gestor de conta que terá em atenção factores como o risco dos produtos e a sua adequação ao seu perfil de investimento – deverá começar por escolher qual o tema em que pretende apostar. Por exemplo, se acreditar que os <strong>mercados accionistas</strong> não terão um grande desempenho este ano e, em contrapartida estiver confiante nas matérias-primas agrícolas, ou nos metais industriais, ou na dívida soberana, escolhe então o seu tema de eleição. E, a partir daqui, pode então analisar dentro dos <strong>fundos </strong>que apostam no tema que escolheu, quais os que, a um, três e cinco anos, têm consecutivamente gerado melhores resultados. Isso será indicativo da qualidade dos seus gestores.</p>

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		</item>
		<item>
		<title>Conheça as 10 bolsas que mais sobem no mundo</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 08:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conceição Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise técnica]]></category>
		<category><![CDATA[bolsa]]></category>
		<category><![CDATA[bolsas exóticas]]></category>
		<category><![CDATA[bolsas que mais sobem no mundo]]></category>
		<category><![CDATA[ganhos]]></category>
		<category><![CDATA[investidores]]></category>

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É a goleada dos mercados emergentes. As 10 praças que mais ganhos dão aos investidores este ano pertencem, sem excepção, a mercados emergentes. Uma consequência do grave endividamento que as economias desenvolvidas enfrentam e que ...]]></description>
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<p><a href="http://www.planetadabolsa.com/wp-content/uploads/2010/04/bolsa-nova-york.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-190" title="bolsa-nova-york" src="http://www.planetadabolsa.com/wp-content/uploads/2010/04/bolsa-nova-york.jpg" alt="" width="375" height="500" /></a></p>
<p></p>
<p>É a goleada dos <strong>mercados emergentes</strong>. As <strong>10 praças que mais ganhos dão</strong> aos investidores este ano pertencem, sem excepção, a mercados emergentes. Uma consequência do grave endividamento que as economias desenvolvidas enfrentam e que promete continuar a pressionar os índices destes países durante os próximos meses.</p>
<p>A <strong>bolsa da Ucrânia</strong> lidera actualmente este ranking, com ganhos de 69,3% desde o início do ano. A praça ucraniana destronou recentemente a <strong>bolsa da Mongólia</strong>, que ocupa neste momento o segundo lugar, com uma subida de 67.6% em 2010. Segue-se a <strong>Estónia, Nigéria e Roménia</strong>, com ganhos de 43%, 31,7% e 23,8%, respectivamente. E, a partir daqui os índices tornam-se ainda mais “exóticos”: a praça do <strong>Bangladesh</strong> avança 21,7%, <strong>Indonésia, Egipto e Sri Lanka</strong> somam 19,5%, 19% e 17,5%, respectivamente. A <strong>Letónia</strong> fecha esta lista com uma subida de 17,3%.</p>
<p>Números apelativos, principalmente quando o <strong>mercado nacional</strong> continua no vermelho em 2010. Actualmente perde 7,3% (em dólares, de forma a que a performance seja comparável) o que é a sexta pior performance mundial este ano.</p>
<p>No entanto estas bolsas oferecem também <strong>vários riscos</strong>: falta de regulação e transparência no mercado, pouca liquidez, além dos vários problemas sociais que colocam em “xeque” a estabilidade destes investimentos.</p>
<p>Por tudo isso, caso esteja interessado em investir nestes mercados, a melhor forma de o fazer será através de <strong>fundos de investimento</strong>, já que lhe oferecem a segurança de uma gestão profissional e de uma equipa especialmente vocacionada para seguir a evolução destes mercados.</p>
<p>Dado o “exotismo” destes mercados não existem fundos de investimento específicos para todos eles – existem para alguns, como é o caso da Indonésia – mas é possível ganhar exposição através dos fundos que investem nos mercados emergentes: e aqui poderá escolher entre emergentes globais, só Ásia, ou apenas Europa de Leste e África ou ainda América Latina.</p>
<p></p>
<p>Foto | <a href="http://www.flickr.com/photos/16961193@N06/2267130791/">Ernst Moeksis</a></p>

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		<item>
		<title>Porque é que os gurus da bolsa reforçam no ouro?</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 08:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conceição Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Produtos Financeiros]]></category>
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		<category><![CDATA[as apostas dos gurus]]></category>
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Em finais de Fevereiro os maiores gurus dos mercados financeiros revelaram as suas carteiras. E uma tendência foi evidente: a maioria manteve ou reforçou as posições em ouro. Tanto nas carteiras de John Paulson (o ...]]></description>
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<p><a href="http://www.planetadabolsa.com/wp-content/uploads/2010/04/ouro.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-186" title="ouro" src="http://www.planetadabolsa.com/wp-content/uploads/2010/04/ouro.jpg" alt="" width="500" height="456" /></a></p>
<p></p>
<p>Em finais de Fevereiro os maiores <strong>gurus dos mercados financeiros</strong> revelaram as suas carteiras. E uma tendência foi evidente: <strong>a maioria manteve ou reforçou as posições em ouro</strong>. Tanto nas carteiras de <strong>John Paulson</strong> (o guru que fez fortuna com a crise do subprime), como de <strong>George Soros</strong> (o guru que em 1992 lucrou um milhão de dólares num único dia ao apostar contra a libra), a posição com maior peso na carteira pertence ao <strong>SPDR Gold Shares</strong>, o maior <a href="http://www.planetadabolsa.com/produtos-financeiros/as-vantagens-de-investir-atraves-de-etf/">ETF</a> do mundo sobre ouro.</p>
<p>Mas o que leva os investidores a apostarem no <strong>ouro</strong>?</p>
<p>- Nas últimas décadas o <strong>ouro</strong> tem sido utilizado como um activo de <strong>refúgio</strong>, principalmente das flutuações cambiais; em termos históricos existe mesmo uma relação inversa com o <strong>dólar</strong> já que são ambos vistos pelo mercado como os “activos refúgio” por excelência. Portanto, quando um desce os investidores têm tendência a procurar refúgio no outro. De notar que economias emergentes, como a China, que tem grande parte das suas reservas em dólares, têm defendido uma progressiva <strong>diversificação</strong>, nomeadamente substituindo o grande peso do dólar por alternativas como ouro.</p>
<p>- O ouro é também a principal protecção em tempos de <strong>inflação</strong>; dadas as recentes injecções recorde de liquidez na economia – “nunca na História tinha sido criado tanto dinheiro do nada&#8221;, referia Duarte Caldas, analista da IG Markets em finais de 2009 – são muitas vozes que acreditam que, a médio e longo-prazo, a inflação só poderá conhecer um caminho: o da subida.</p>
<p>Assim, e tendo em conta estes factores, a forte aposta dos maiores gurus dos mercados no ouro só pode ter duas interpretações possíveis: a) é uma forma de diversificar o portfolio, diminuindo o risco da carteira; b) acreditam que um período de forte inflação será inevitável.</p>
<p>A melhor forma dos investidores particulares investirem no metal precioso é precisamente a que os gurus recorreram: os ETF. Mais: o <strong>SPDR Gold Shares</strong> está disponível no mercado nacional.</p>
<p></p>
<p>Foto | <a href="http://www.flickr.com/photos/11139043@N00/1439804758/">covilha</a></p>

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		<title>Os CDS estão na moda. Mas sabe o que significam?</title>
		<link>http://www.planetadabolsa.com/produtos-financeiros/os-cds-estao-na-moda-mas-sabe-o-que-significam/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 10:23:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pfernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise técnica]]></category>
		<category><![CDATA[Inventimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos Financeiros]]></category>
		<category><![CDATA[credit-default swaps]]></category>
		<category><![CDATA[yields]]></category>

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Os credit-default swaps (CDS) passaram de ilustres desconhecidos a presença constante na imprensa económica, nacional e internacional. Estes instrumentos tornaram-se protagonistas de uma crise da dívida soberana que assola hoje a generalidade das economias desenvolvidas.
Os ...]]></description>
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<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.planetadabolsa.com/wp-content/uploads/2010/04/grecia.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-178" title="grecia" src="http://www.planetadabolsa.com/wp-content/uploads/2010/04/grecia.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"></p>
<p style="text-align: justify;">Os <strong>credit-default swaps</strong> (CDS) passaram de ilustres desconhecidos a presença constante na imprensa económica, nacional e internacional. Estes instrumentos tornaram-se protagonistas de uma crise da dívida soberana que assola hoje a generalidade das economias desenvolvidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Os CDS são instrumentos que funcionam como um seguro em caso de incumprimento do emitente de dívida. Ou seja, caso quem emite a dívida se veja impossibilitado de conseguir pagar os juros contratados ou o reembolso total do capital investido, a empresa junto da qual fez este seguro irá pagar-lhe tudo o que o emitente lhe devia.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando o <strong>risco </strong>apercebido pelo mercado em relação a determinado emitente aumenta – como tem sido o caso recorrente da Grécia – o preço de fazer esse seguro aumenta também. Geralmente o preço dos CDS acompanha a tendência verificada nas ‘<strong>yields</strong>’ da obrigação correspondente. Por exemplo, ontem os mercados reagiram positivamente à perspectiva de um real acordo entre os países da<strong> Zona Euro</strong> na ajuda a prestar à Grécia. Em resultado disso, os CDS negociados sobre a dívida grega a cinco anos eram dos que mais caíam no mundo – corrigiam 60 pontos base para os 366 pontos base. Embora o valor dos CDS seja expresso em pontos base, isto significa que fazer este seguro custava ontem 366 mil dólares por ano para proteger 10 milhões de dívida grega a cinco anos. <strong>No fundo, expressa o preço do prémio do seguro anual, quase sempre para 10 milhões de dólares</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora esta seja a lógica por detrás destes instrumentos, a recente volatilidade deste mercado (que, em parte resulta do facto de ser um mercado pouco líquido) tem levado cada vez mais investidores a comprar e vender apenas CDS sem que tenham dívida “para proteger” – ou seja, este mercado tem sido apetecível para os especuladores, que fazem aumentar ainda mais os preços destes instrumentos.</p>
<p style="text-align: justify;"></p>
<p>Foto |  <a href="http://www.flickr.com/photos/tristanf/2962228812/">tristanf</a></p>

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		<title>CFD &#8211; para quem gosta de emoções fortes</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 08:58:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conceição Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise técnica]]></category>
		<category><![CDATA[Inventimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos Financeiros]]></category>
		<category><![CDATA[acções]]></category>
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Os CFD (contract for difference) têm vindo a ganhar adeptos entre os investidores nacionais. Trata-se de um instrumento derivado, que replica a performance do activo subjacente (acções, índices, matérias-primas, mercado cambial, entre outros). Neste aspecto ...]]></description>
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<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.planetadabolsa.com/wp-content/uploads/2010/04/surf.jpg"><br />
<img class="aligncenter size-full wp-image-166" title="surf" src="http://www.planetadabolsa.com/wp-content/uploads/2010/04/surf.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"></p>
<p style="text-align: justify;">Os <strong>CFD </strong>(<strong>contract for difference</strong>) têm vindo a ganhar adeptos entre os <strong>investidores nacionais</strong>. Trata-se de um instrumento derivado, que replica a performance do activo subjacente (<strong>acções</strong>, <strong>índices</strong>, matérias-primas, <strong>mercado cambial</strong>, entre outros). Neste aspecto são em tudo semelhantes aos <strong>ETF</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">A principal diferença prende-se com o facto de os <strong>CFD </strong>só permitirem o investimento com recurso à alavancagem. Esta é, por um lado, a principal mais mais-valia dos <strong>CFD</strong>, já que é necessário apenas uma fracção do capital para ganhar exposição alargada a um determinado activo. Mas é também o principal risco, uma vez que se os ganhos são multiplicados pela alavancagem, o mesmo é válido para as perdas.</p>
<p style="text-align: justify;">Vejamos um exemplo prático: imagine que as <strong>acções </strong>da Galp estão a cotar nos 12 euros e você acredita que as acções da Galp vão subir. Tem 1.200 euros para investir o que significa que se decidir comprar acções, consegue adquirir cerca de 100 acções. Mas através de CFD só necessita de ter creditados na sua conta 10% do investimento. O que significa que com esses 1.200 euros consegue ganhar exposição a 1000 acções. Uma semana mais tarde, as acções da Galp estão a cotar a 14 euros. Você decide então fechar a posição e realizar as mais-valias, no caso 2 euros por acção. Vende as 1.000 acções com um lucro de 2.000 euros. Caso tivesse comprado as 100 acções, o seu lucro seria apenas de 200 euros.<br />
<strong> Mas atenção: o mesmo é  válido em caso de perda</strong>. Se tivesse fechado a posição com as acções a valerem 10 euros, teria registado uma perda de 2.000 euros, quando só tinha 1.200 para investir. Ou seja, além do que já tinha <strong>investido </strong>teria ainda a pagar mais 800 euros.</p>
<p style="text-align: justify;">Tal como os ETF, os CFD permitem também a tomada de posições curtas, ou seja, a aposta na queda dos <strong>títulos</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"></p>
<p style="text-align: justify;">Foto |<a href="http://www.flickr.com/photos/mikebaird/343298668/">mikebaird</a></p>

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		<title>As vantagens de investir através de ETF</title>
		<link>http://www.planetadabolsa.com/produtos-financeiros/as-vantagens-de-investir-atraves-de-etf/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 09:19:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pfernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Produtos Financeiros]]></category>
		<category><![CDATA[acções]]></category>
		<category><![CDATA[bolsa]]></category>

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Os ETF (Exchange-traded funds) são activos que são transaccionados como uma acção e replicam a performance de um índice, um cabaz de activos ou uma commoditie (matéria-prima).
Ou seja, permitem a exposição a um vasto conjunto ...]]></description>
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<p><a href="http://www.planetadabolsa.com/wp-content/uploads/2010/04/banco2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-162" title="banco2" src="http://www.planetadabolsa.com/wp-content/uploads/2010/04/banco2.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p>
<p>Os<strong> ETF</strong> (<strong>Exchange-traded funds</strong>) são activos que são transaccionados como uma acção e replicam a performance de um índice, um cabaz de activos ou uma commoditie (matéria-prima).</p>
<p>Ou seja, permitem a exposição a um vasto conjunto de activos apenas com uma transacção. Imagine que queria ganhar exposição a todas as acções do<strong> PSI 20</strong>. Para isso teria que comprar todas as acções do índice, pagando portanto vinte comissões de ordem de compra, além do valor de todas essas acções. Através do ETF sobre o PSI 20 consegue ganhar essa mesma exposição (já que o <strong>ETF</strong> replica sua performance) pagando apenas o preço desse <strong>ETF</strong>.</p>
<p></p>
<p>Portanto, além de permitirem a diversificação do portfolio – já que com um único título fica exposto ao risco de todo um índice &#8211; estes instrumentos permitem custos de transacção bastante menores.</p>
<p><strong>Os ETF permitem ainda investir com alavancagem</strong>. Ou seja, imagine que dá uma ordem para comprar um ETF com uma alavancagem de cinco vezes. Isso significa que irá ganhar ou perder cinco vezes a performance do activo subjacente, por exemplo o índice.</p>
<p>Outra possibilidade que os ETF oferecem é a de shortar, ou seja, apostar na queda do activo subjacente. Para isso basta comprar um reverse ETF.<br />
Nos chamados supermercados de fundos – banco Best, banco BiG e ActivoBank7 – pode encontrar uma vasta oferta de ETF.</p>
<p></p>

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		<title>Oito empresas do PSI 20 a desconto</title>
		<link>http://www.planetadabolsa.com/bolsa/oito-empresas-do-psi-20-a-desconto/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 08:00:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conceição Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[acções]]></category>
		<category><![CDATA[bolsa]]></category>
		<category><![CDATA[P/B ratio]]></category>
		<category><![CDATA[price-to-book]]></category>
		<category><![CDATA[racio abaixo de 1]]></category>
		<category><![CDATA[valor actual]]></category>

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Há alguns dias falámos aqui do rácio price-to-book value (P/B ratio), ou seja, o rácio que relaciona o preço da acção com o valor contabilístico da empresa.
Embora seja um acontecimento relativamente raro na história dos ...]]></description>
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<p><a href="http://www.planetadabolsa.com/wp-content/uploads/2010/04/bolsa-de-valores.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-153" title="bolsa-de-valores" src="http://www.planetadabolsa.com/wp-content/uploads/2010/04/bolsa-de-valores.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a><br />
Há alguns dias falámos aqui do rácio <strong>price-to-book value</strong> (<a href="http://www.planetadabolsa.com/dicionario/racio-price-to-book-value-nao-se-assuste/">P/B ratio</a>), ou seja, o rácio que relaciona o preço da acção com o <strong>valor contabilístico da empresa</strong>.</p>
<p>Embora seja um acontecimento relativamente raro na história dos mercados financeiros, a verdade é que actualmente continuam a existir várias empresas portuguesas <strong>a cotar abaixo da soma do valor de todos os seus activos</strong>, ou seja, com um rácio inferior a 1.</p>
<p>Dada a dificuldade dos investidores em aceder a este tipo de informação, o Planeta da <a title="bolsa" href="http://www.planetadabolsa.com">Bolsa </a>volta a deixar-lhe aqui o <strong>valor actual deste rácio</strong> para todas as cotadas do <strong>PSI-20</strong>, bem como do respectivo sector. Tal como acontece com o PER, também este rácio deve ser comparado com o do sector onde a empresa se insere.</p>
<p>As informações são relativas ao valor de fecho de 8 de Abril de 2010.</p>
<p><strong>Sector europeu da banca – P/B médio do sector: 0.97</strong></p>
<ul>
<li>BPI: 0.93</li>
<li>BES: 0.76</li>
<li>BCP: 0.64</li>
</ul>
<p><strong>Sector europeu de bens industriais e serviços – P/B médio do sector: 2.5</strong></p>
<ul>
<li>Brisa: 2.59</li>
<li>Sonae Indústria: 0.87</li>
</ul>
<p><strong>Sector europeu de construção e materiais – P/B médio do sector: 1.54</strong></p>
<ul>
<li>Cimpor: 2.01</li>
<li>Mota-Engil: 1.88</li>
</ul>
<p><strong>Sector europeu de ‘utilities’ – P/B médio do sector: 1.64</strong></p>
<ul>
<li>EDP: 1.45</li>
<li>REN: 1.56</li>
<li>EDP Renováveis: 0.98</li>
</ul>
<p>No caso da EDP Renováveis vale a pena comparar também o P/B da empresa com o sector mundial de energias renováveis que é de 1.48.</p>
<p><strong>Sector europeu de Oil &amp; Gás – P/B médio do sector: 1.81</strong></p>
<ul>
<li>Galp: 4.58</li>
</ul>
<p><strong>Sector europeu de recursos básicos – P/B médio do sector: 2.04</strong></p>
<ul>
<li>Inapa: 0.59</li>
<li>Portucel: 1.30</li>
<li>Semapa: 0.78</li>
<li>Altri: 8.08</li>
</ul>
<p><strong>Sector europeu do retalho – P/B médio do sector: 2.42</strong></p>
<ul>
<li>Jerónimo Martins: 5.98</li>
<li>Sonae: 1.33</li>
</ul>
<p><strong>Sector europeu de telecoms – P/B médio do sector: 1.59</strong></p>
<ul>
<li>Portugal Telecom: 5.45</li>
<li>Sonaecom: 0.62</li>
<li>ZON: 6.56</li>
</ul>
<p>Foto | <a href="http://www.flickr.com/photos/dnorman/3942145474/">dnorman</a></p>

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		<title>As empresas que pagam mais dividendos</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 08:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conceição Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Produtos Financeiros]]></category>
		<category><![CDATA[bolsa]]></category>
		<category><![CDATA[as empresas que pagam mais dividendos]]></category>
		<category><![CDATA[dividendos]]></category>
		<category><![CDATA[quanto vou receber]]></category>

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Terminou a época de apresentação de resultados para as empresas o que significa que já é possível saber o dividendo que cada uma das cotadas pretende pagar este ano aos investidores.
O dividendo é, basicamente, a porção ...]]></description>
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<p><a href="http://www.planetadabolsa.com/wp-content/uploads/2010/04/euros.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-149" title="euros" src="http://www.planetadabolsa.com/wp-content/uploads/2010/04/euros.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Terminou a época de apresentação de resultados para as empresas o que significa que já é possível saber o dividendo que cada uma das cotadas pretende pagar este ano aos investidores.</p>
<p>O <strong>dividendo</strong> é, basicamente, a porção do lucro que a empresa se propõe a entregar aos seus accionistas.</p>
<p>E, este ano, as <strong>empresas voltam a ser mais generosas</strong>, em grande parte porque viram igualmente os seus resultados aumentarem em 2009.</p>
<p>Assim, e olhando apenas para o <strong>valor absoluto do dividendo</strong> – e não para o &#8217;payout ratio&#8217;, que lhe dá a conhecer a percentagem dos lucros que será distribuida entre os accionistas – a empresa mais generosa continua a ser a Portugal Telecom. A operadora pagará este ano 57,5 cêntimos por cada acção. Destaque também para a Novabase, que se estreia em 2010 a pagar dividendos, e arranca em grande: serão 50 cêntimos por acção. No fundo da lista, como empresa mais &#8220;forreta&#8221;,  surge o BCP que pagará apenas 1,9 cêntimos por acção.</p>
<p>O Planeta da Bolsa deixa-lhe de seguida a lista completa das cotadas que já anunciaram dividendos:</p>
<ul>
<li>Banif &#8211; 4 cêntimos</li>
<li>BCP &#8211; 1,9 cêntimos</li>
<li>BES &#8211; 14 cêntimos</li>
<li>BPI &#8211; 7,8 cêntimos</li>
<li>Brisa &#8211; 31 cêntimos</li>
<li>EDP &#8211; 15,5 cêntimos</li>
<li>Espírito Santo Financial Group - 35 cêntimos</li>
<li>Finibanco &#8211; 20 cêntimos</li>
<li>Galp &#8211; 20 cêntimos</li>
<li>Ibersol &#8211; 5,5 cêntimos</li>
<li>Jerónimo Martins &#8211; 14,3 cêntimos</li>
<li>Martifer &#8211; 10 cêntimos</li>
<li>Media Capital &#8211; 20 cêntimos</li>
<li>Mota-Engil &#8211; 11 cêntimos</li>
<li>Novabase &#8211; 50 cêntimos</li>
<li>Portucel &#8211; 8,25 cêntimos</li>
<li>Portugal Telecom &#8211; 57,5 cêntimos</li>
<li>REN &#8211; 16,7 cêntimos</li>
<li>Soares da Costa &#8211; 4,34 cêntimos</li>
<li>Sonae &#8211; 3,15 cêntimos</li>
<li>ZON &#8211; 16 cêntimos</li>
</ul>
<p>Se pretende saber o total de dividendos que vai receber este ano, basta utilizar um dos <a href="http://economico.sapo.pt/noticias/calculadora-dos-dividendos_7855.html"><strong>simuladores</strong></a><strong> </strong>disponíveis na Internet. O Planeta da Bolsa recomenda-lhe o do Diário Económico.</p>
<p></p>
<p>Foto | <a href="http://www.flickr.com/photos/rahego/3307183057/">rahego</a></p>

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